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Minas não recicla garrafas PET
Terça-feira - 23 de Fevereiro de 2010 às 23:01 hs

Minas Gerais perde milhões de reais anuais por não conseguir processar e adicionar valor agregado às garrafas PET (de plástico) usadas. Cerca de 80% da matéria-prima recolhida no estado abastece indústrias em São Paulo, Rio de Janeiro e mercados no Sul do país, onde o produto mineiro é lavado, moído e transformado em uma resina que abastece a indústria têxtil, de refrigerantes, serve como base para fabricação de piscinas a cabines de caminhões, além de ser um elemento importante da indústria química. O motivo para exportação da matéria-prima é que as empresas instaladas em Minas são de pequeno porte e não absorvem a demanda do mercado, que em 2008 faturou, em todo o país, R$ 1,1 bilhão, segundo dados do censo divulgado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet).

Apesar de a coleta seletiva no país atingir somente 5% das cidades, 54,8% das PETs produzidas em 2008 foram recicladas. Os bons números, superior a média europeia (44%) e dos Estados Unidos (27%), são empurrados por um mercado consumidor ávido, que tem a contabilidade em aberto, já que a oferta é inferior à demanda. Segundo os números do censo, a capacidade ociosa das 500 indústrias instaladas no país chega a 20%. “Se houvesse matéria-prima disponível, poderíamos crescer o faturamento, de imediato, em R$ 200 milhões”, aponta o presidente da Abipet, Auri Marcon.

Em Minas, a quantidade de PET recolhida das ruas tem potencial para dobrar de tamanho. Estima-se que, somente na Região Metropolitana de Belo Horizonte, sejam recolhidas por mês mais de mil toneladas do produto, mas só 20% ficam no mercado interno “Compramos todo PET que encontramos no mercado e enviamos para usinas de moagem, com alta tecnologia, no Rio de Janeiro e no Rio Grande Sul”, comenta Mara Fróis, diretora da Green Pet, em Vespasiano, indústria especializada na triagem e prensa do material. Segundo a empresária, que recolhe cerca de 350 toneladas/mês de PET, uma usina de médio porte que tivesse capacidade de absorver 600 toneladas mensais do produto seria capaz de criar 150 empregos diretos. Se a capacidade saltasse para 2 mil toneladas, o número de funcionários seria de pelo menos 450.

De acordo com Auri Marcon, existe uma série de projetos para montagem de usinas engavetados no país. “A coleta seletiva é o grande gargalo.” Segundo ele, o receio dos investidores é não ter produto para processar. Em 2008, segundo números do censo, o mercado se ampliou 9,5%. Em 2008, foram recicladas 253 mil toneladas do produto.

Fonte: http://www.uai.com.br/

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